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Em fevereiro

Monitor aponta redução da área com seca na Bahia

Entre janeiro e fevereiro, o estado teve a redução da área com seca. A parte do território baiano com seca extrema agora registra seca grave, um nível abaixo na escala do Monitor de Secas
2020-03-26 10:56:21
Crédito: Reprodução
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A última atualização do Monitor de Secas, de fevereiro, aponta que a Bahia apresentou sua porção centro-sul com chuvas abaixo da média e uma faixa no extremo norte com precipitações acima da média, o que permitiu o aumento da área sem seca relativa. Com base nos indicadores de curto e longo prazo, a área com seca extrema na divisa com Pernambuco deixou de existir. A seca grave foi expandida em direção ao sul do Estado devido à piora nos indicadores de curto e longo prazo e devido à saúde da vegetação nessa região. Continuam presentes no estado os impactos de curto, longo e curto e longo prazo.


Em fevereiro deste ano aconteceram chuvas acumuladas de mais de 200mm em Minas Gerais, Tocantins, Maranhão, noroeste do Piauí, noroeste e sul do Ceará. Já no Espírito Santo e leste de Minas foram registrados menos de 100mm. Quanto mais ao leste nordestino, os volumes acumulados foram menores, chegando a 50mm em Alagoas, Bahia e Sergipe. No centro-sul de Minas e no nordeste do Maranhão, as chuvas ultrapassaram os 400mm em janeiro. Com as chuvas de fevereiro, a área com seca extrema entre a Bahia e Pernambuco passou a registrar seca grave, um grau abaixo. Assim, fevereiro de 2020 é o primeiro mês de fevereiro desde 2015 a não registrar nenhuma área com seca extrema desde o início do Monitor de Secas.


Com as chuvas de fevereiro, o Monitor de Secas registrou uma redução das áreas com seca na Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Piauí e Rio Grande do Norte. Também houve a redução da gravidade das secas que acontecem na Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe e Tocantins. Em Alagoas a extensão e a gravidade da seca permanecem semelhantes à situação registrada pelo Monitor de Secas em janeiro.

 


O Monitor de Secas tem uma presença cada vez mais nacional, abrangendo os nove estados do Nordeste, Espírito Santo, Minas Gerais e Tocantins. Os próximos estados a se juntarem ao Monitor serão Goiás e Rio de Janeiro, que já estão em fase de testes e treinamento de pessoal. Esta ferramenta realiza o acompanhamento contínuo do grau de severidade das secas no Brasil com base em indicadores de seca e nos impactos causados pelo fenômeno em curto e/ou longo prazos.


O Monitor vem sendo utilizado para auxiliar a execução de políticas públicas de combate à seca. 

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