Após ser desativado, Cajueiro volta como casa de eventos

O espaço de evento está apto para receber festas, shows, convenções e até espetáculos teatrais
2017-08-09 18:44:43
Da Redação
Crédito: Divulgação

Um local que remete ao brilho da sociedade feirense e a época de ouro em Feira de Santana. O Clube de Campo Cajueiro, um projeto dos anos 60, do arquiteto Amélio Amorim, ativa a memoria afetiva de muitos feirenses frequentadores do local e das festas que fizeram o nome do espaço.


Após ser extinto em 2009, com processo de liquidação, em 2017, o espaço voltará com uma nova proposta. Não será mais um clube social, mas um espaço para eventos, com capacidade para 250 pessoas, além da boate Caju de Ouro, após reformas também na sede do local. Há mais de um ano em obras, o coquetel de lançamento será no dia 24 de agosto e o primeiro evento agendado, um casamento, no dia 2 de setembro.


O empresário e proprietário do local, Jodilton Souza, disse que o espaço de evento está apto para receber festas, shows, convenções e até espetáculos teatrais. “Não estou reativando o Cajueiro. Como a sede tem um projeto que é uma obra de arte, resolvi mantê-lo. Foi uma repaginação com uma construção muito moderna, com algumas mudanças, como por exemplo, o telhado”, disse o empresário, que preferiu não revelar o montante investido na recuperação. “Foi um valor volumoso”, despistou.

 

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A reportagem do jornal FOLHA DO ESTADO também entrevistou o arquiteto responsável pelo projeto do espaço, Luiz Humberto Carvalho, quem comentou que um dos desafios para o local foi conservar a essência do projeto sessentista de Amélio Amorim. “Tem muita importância para Feira de Santana. A intenção não era descaracterizar, mas atualizar. A característica de um local de festas continuou. Até a marca, mantivemos a mesma, criada pelo próprio Amélio”, confidenciou. “A parte plástica (visual) ficou com outra característica, mas com o conceito do projeto original”, comentou.


O arquiteto disse que a construção passou por uma atualização de função, um processo que segue a tendência “retrofit”, que na arquiteta diz respeito a renovações e atualizações em projeto de prédios antigos. Carvalho também comentou que elementos como banheiros e azulejos do local estavam em situação mais delicadas, porém todo espaço passou também por atualizações técnicas, no quesito segurança. “As questões de segurança tem que seguir lei nacional e municipal. Feira de Santana tem leis muito rígidas”, finalizou.

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