Feira: Maria Alice passará por nova avaliação médica

Criança, que nasceu hipoplasia femoral bilateral, precisa da quantia de R$ 150 mil para realizar uma cirurgia essencial para o desenvolvimento do osso
2017-09-10 10:26:53
Da Redação
Crédito: Mário Sepúlveda/FE

Nascida com uma má formação congênita no fêmur, a criança Maria Alice Oliveira Ataíde Moura, de um ano e cinco meses, e sua família, lutam para conseguir arrecadar a quantia de R$ 150 mil para realizar uma cirurgia essencial para o desenvolvimento do osso. Em entrevista a reportagem do FOLHA DO ESTADO, a mãe da garota, Gabriela Oliveira, informou que a garotinha retornará ao médico em outubro, onde será avaliada, através de uma tomografia, que dirá se ela já está preparada para fazer a cirurgia ou não.


Maria Alice nasceu com hipoplasia femoral bilateral, que é uma má formação congênita nos fêmures em tamanho reduzido sem os ligamentos. O problema de Alice foi identificado na segunda ultrassom morfológica, durante o pré-natal. Segundo a mãe Gabriela Oliveira ela estava no quinto mês de gestação e ficou sabendo que havia um problema. “Foi muito triste, principalmente porque não sabíamos o que era exatamente. Eu só conseguia pensar em nanismo”, conta.


Após o nascimento, veio o diagnóstico e a luta iniciou. Desempregados e sabendo que a filha precisaria de uma cirurgia cara, os pais começaram a corrida contra o tempo. “O problema tem solução através de uma cirurgia. Ela pode ser feita após 1 ano e 6 anos e até 2 anos de idade. O que nos impede de resolver o problema da minha filha é o custo da cirurgia. Ela é muito cara, gira em torno de R$ 150 mil, e nós não temos condições de arcar com esse valor. Estamos tentando. Pedimos ajuda as pessoas que tiverem condições de ajudar, estamos fazendo rifas, bingos”, explica Gabriela sobre a primeira cirurgia que vai corrigir e da uma estabilidade para ela ficar em pé. Futuramente ela irá precisar de outras cirurgias como o alongamento ósseo.


A mãe conta que já visitou vários médicos e até moveu uma ação no Ministério Público tentando ajuda para a situação da filha. A burocracia e morosidade da justiça é o que tem atrapalhado mais no problema de Alice. “Procuramos a justiça, mas infelizmente a demora é um problema. Nós entramos com uma ação no Ministério Público, levamos tudo que tínhamos e agora só podemos esperar para vê o que eles podem fazer por a gente”, desabafa.


Quem quiser ajudar a garota Maria Alice pode fazer um depósito na conta poupança da Caixa Econômica Federal, agência 4023, operação 013, conta 1998/2.

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