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Mesmo sem apoio, escola de futebol atende a 200 crianças e jovens na região do Tomba

A escolinha de futebol Ferrovia tem realizado um excelente trabalho de revelação de novos talentos para o futebol de base de Feira de Santana
2017-10-11 16:02:33
Da Redação
Crédito: Sidnei Campos FE

O projeto “Chuteira no Pé, Futuro na Escola” desenvolvido pela escolinha de futebol Ferrovia, que realiza seus trabalhos no campo da SADIC, próximo à caixa d’água do bairro Tomba, vem trabalhando arduamente para proporcionar crianças e jovens buscarem um melhor futuro através do futebol.

 

Mas, para que isto aconteça, o projeto depende da ajuda da comunidade e parceiros que queiram colaborar com esse trabalho social. Aos cuidados do professor Antônio Carlos, mais conhecido como “Carlinhos” e Vamberg Mesaque, que doam de forma gratuita tempo com o objetivo de ensinar as crianças a prática do futebol, porém sem o apoio necessário fica quase que inviável dar uma melhor condição de trabalho para a garotada.

 

“Sabemos que nenhum projeto se sustenta só, por isso precisamos não só da ajuda da comunidade, mas principalmente do poder publico e privado. Toda criança que pratica algum tipo de esporte tem uma melhor qualidade de vida, e o que mais a gente visa aqui no projeto é trabalhar o lado social dando uma oportunidade para que todos tenham o seu direito de ser criança e de poder sonhar com um futuro melhor”, disse o professor Carlinhos.

 

O projeto “Chuteira no Pé, Futuro na Escola” atende mais de 200 crianças dos bairros Tomba, Feira VII, Parque Tamandari, Panorama, Feira X da faixa etária a partir dos oito anos. As aulas acontecem as terças e quintas, as 8h e 15h, e aos sábados, as 7h30.

 

Com 20 anos de fundação, a escolinha de futebol Ferrovia tem realizado um excelente trabalho de revelação de novos talentos para o futebol de base de Feira de Santana. Como é caso do atleta Caique Brito, 13, atacante que já foi incorporado ao FSA Esporte Clube e do meio campista Hebert Silva, 13, que foi destaque da equipe na disputa da Copa Teste em Coração de Maria.

 

Motivo que deixou o jovem treinador Vamberg Mesaque, que também sonha em um dia ser um técnico profissional, muito satisfeito. " Todo treinador fica muito feliz quando vê um atleta seu galgando um futuro melhor, com certeza os atletas Caique e Hebert tem um futuro brilhante dentro do futebol, não só pela qualidade dentro de campo, mas por serem grandes pessoas fora dele. Isso nos orgulha e nos motiva a trabalhar cada vez mais em prol do sucesso desses garotos. Espero também um dia chegar a ser um treinador profissional e dar minha parcela de contribuição pelo futebol brasileiro”, finalizou.

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