PMFS Feira 185 anos

Feira do Livro começa com promessa de economia aos pais

Os pais devem ficar de olho no ano da edição pedida pela escola, caso contrário a boa compra termina em prejuízo e dor de cabeça
2018-01-05 16:34:16
Secom/PMFS
Crédito: Reprodução

A Feira do Livro, que já abriu a sua temporada anual, no estacionamento em frente ao prédio da Prefeitura de Feira de Santana, não é apenas um local de venda de publicações didáticas. Ali acontece também a troca de exemplares.

 

As bancas montadas no local aceitam dos clientes seus livros usados, para descontar do preço do material adquirido, reduzindo o desembolso. A feira, que acontece há 11 anos, termina dia 3 de março.


Joel Conceição, antigo cliente do espaço, levou alguns exemplares numa sacola de plástico. Ele queria vende-los ou fazer “moeda de troca”, para reduzir a despesa na compra de outros livros para a filha. “Afinal, a aqui não é apenas local de venda. É ponto de compra e troca, também. Sempre venho aqui e faço bons negócios. Qualquer economia que se faça é importante”, diz ele.

 

Após pesquisa no comércio, chegou a conclusão que se fosse comprar os livros que constam na lista da escola para este ano em uma livraria investiria R$ 1,8 mil. Entretanto, na Feira do Livro Usado, espera gastar menos da metade.

 

Importante observar o ano da edição, antes de comprar


Os pais devem ficar de olho no ano da edição pedida pela escola, caso contrário a boa compra termina em prejuízo e dor de cabeça. “Ficar atento às informações da lista é fundamental para que a compra seja bem feita”, indica Cristiane da Silva Costa, mais uma mãe de estudante que também observa os livros expostos nas bancas e espera mais uma vez economizar na compra para os dois filhos. O estado físico do livro também conta, diz ela.

 

Editoras reajustaram preços de 8 a 13%, diz coordenador


O coordenador da Feira, Glauber Lira (na foto, atendendo a uma cliente), diz que neste ano as editoras reajustaram os preços dos livros didáticos entre 8% e 13% - índices bem acima da inflação do ano passado. “Vimos listas que vão a até R$ 3 mil, nas livrarias”. Segundo ele, não há intenção de concorrer com o comércio formal.

 

“Mas aqui é opção para pais e responsáveis economizar nestas compras anuais”, afirma o coordenador. Ele disse que nos últimos anos nota o aumento de pessoas com listas de escolas tradicionais da cidade, que não se via anteriormente. Ao todo são 23 membros da Associação dos Vendedores de Livros Usados de Feira de Santana.

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