PMFS São João

Aumenta número de vagas temporárias no período junino

Normalmente os meses de maio e junho apresentam um aquecimento nas vendas
2018-06-08 15:53:30
Da Redação
Crédito: Arquivo/FOLHA DO ESTADO

Em decorrência do aumento das vendas que acontece com à aproximação das festas juninas, Dia dos Namorados e Copa do Mundo, a Casa do Trabalhador registrou um movimento maior no setor de empregos. Cerca de 40 vagas temporárias foram preenchidas para o comercio de Feira de Santana. A situação indica uma melhora, porém ainda está longe de mudar a realidade do município.


Normalmente os meses de maio e junho apresentam um aquecimento nas vendas por conta de datas como o Dia das Mães, Dia dos Namorados, festejos juninos e em 2018 ainda tem o complemento da Copa do Mundo. São elementos que contribuem para a criação de vagas temporárias no comércio principalmente e este ano, mesmo em meio a uma grave crise, há claros sinais de que a geração de novos empregos começa a ganhar novo fôlego. “A crise vem se recuperando paulatinamente, aos poucos, com um índice bem baixo porem crescente, pois todo mês aumento um saldo de vagas entre admissão e demissão é positivo”, comenta o diretor da Casa do Trabalhador, Arlindo Marques.


Em decorrência disso, houve uma melhora no quesito vagas para o comercio, principalmente no setor de roupas e calçados. Segundo Arlindo, esse ano superou o anterior em número de vagas disponíveis. “Em relação aos anos anteriores, esse ano foi bem melhor. Em 2017 nós não tivemos rescisões, mas também não tivemos admissões. O quadro se manteve estável”, explica o gestor afirmando que não houve contratação temporária para o comercio durante o período junino no ano anterior.


O dirigente acredita que mesmo com a melhora do quadro de empregos ainda é muito pouco para a situação real do município. “Esse salto maior é em função da recuperação econômica. É pequena, não atende nossa expectativa, mas o que me dá um alento é que a partir do segundo semestre, já que esse ano é um ano atípico com Copa do Mundo, Eleição, chuva no campo, isso tudo gera renda, consumo, serviços, gera emprego”, conta. O diretor também falou que não há expectativa de novas vagas para o mês de junho. “Apenas na Casa do Trabalhador de Feira de Santana, tivemos 40 vagas que já foram preenchidas. Então se houver de aparecer outras vagas será um caso esporádico, porque os empregadores precisam de um tempo para fazer admissão treinamento, capacitação”, diz o diretor.


MELHOR MOMENTO


Para ele, o melhor momento da economia municipal, durante a sua gestão, aconteceu em 2012. O dirigente conta que nesse período houve um saldo 1159 vagas, e que, com a mudança do Governo Federal, esses dados reduziram, como em 2017, onde o saldo ficou negativo, em menos 406. Já em 2018 houve uma melhora, com um salto para 1138, positivo. Esses dados estão disponibilizados no Ministério do Trabalho, através do site do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), todos referentes ao mês de maio.


São distribuídas diariamente na Casa do Trabalhador, cerca de 300 senhas, e 220 dessas vagas são apenas para emprego. Porém os contratantes têm se aproveitado da situação de desemprego e exigido demais dos seus futuros funcionários. “Os empresários tem exigido demais para a contratação, se aproveitando da crise. Estão pedindo perfis que sabemos que não é necessário para aquele cargo”, diz. A Casa do Trabalhador disponibiliza de vagas como para empregado doméstico, cuidador de idoso, primeiro emprego. O horário de funcionamento é de segunda a sexta das 7h30 até as 15h30. 

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