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Senadores baianos e a disputa pela Presidência da Casa

Coronel já reforça a candidatura à presidência do Senado durante a cerimônia de posse de Eures Ribeiro como presidente da União dos Municípios da Bahia
2019-01-11 11:40:08
Da Redação
Crédito: Reprodução
Crédito: Reprodução

Nas Eleições 2018, Jaques Wagner, do PT, e Angelo Coronel, do PSD, foram os dois senadores eleitos no estado da Bahia. O primeiro foi o mais votado, com 4.253.331 votos, o que equivale a 35,71% da votação. Já Coronel, ficou com 3.927.598, equivalente a 32,97% da votação total.


Agora, Coronel já reforça a candidatura à presidência do Senado durante a cerimônia de posse de Eures Ribeiro como presidente da União dos Municípios da Bahia. O anúncio aconteceu na última terça-feira (8). Durante o discurso, Coronel afirmou que os nordestinos estão chegando para comandar o Congresso Nacional e que “se o Nordeste fizer greve, o sul e o sudeste fecham”.


“Vamos mostrar ao Brasil que o Nordeste tem homens e mulheres de coragem, irei enfrentar os barões da política nacional, e se abrirem, Coronel será o presidente do Congresso Nacional”, disse.


Avaliação de Wagner


Por outro lado, Wagner ignorou o seu companheiro de campanha e elogiou Renan Calheiros (MDB) e Tasso Jereissati (PSDB), pré-candidatos à presidência do Senado. Renan e Tasso têm mais experiência e envergadura”, avalizou, em entrevista ao radialista Mário Kertész, na Rádio Metrópole, também na última terça-feira (8).


“Não vou fazer oposição destrutiva porque não acredito nisto. Uma coisa é ser duro ao defender um posto de vista. Acho que o papel da oposição é minimizar danos. A gente tem que trabalhar com racionalidade. Se o prejuízo for 80, a gente puxar para 50. É disso que se trata”, ressaltou. 

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