Ronda Maria da penha

Comandante busca intensificar ações preventivas

A Ronda Maria da Penha atua na fiscalização do cumprimento de medidas protetivas e assistência às mulheres vítimas de violência doméstica na cidade e de acordo com a nova comandante a eficácia do trabalho está ligada diretamente a conscientização das pessoas
2019-11-24 12:37:44
Da Redação
Crédito: Mario Sepúlveda/FE
Crédito: Mario Sepúlveda/FE

Desde o começo da semana, a Ronda Maria Penha em Feira de Santana conta com uma nova comandante: a Tenente Edilene dos Anjos deixou o posto e quem assumiu foi a também Tenente Renata Martins, que chega com o objetivo de estreitar ainda mais a relação já existente com a imprensa e a sociedade intensificando os trabalhos de prevenção e conscientização no combate a violência contra a mulher na cidade.


Presente em Feira de Santana desde o ano de 2016, a Ronda Maria da Penha atua na fiscalização do cumprimento de medidas protetivas e assistência às mulheres vítimas de violência doméstica na cidade e de acordo com a nova comandante a eficácia do trabalho está ligada diretamente a conscientização das pessoas.


“Hoje as mulheres se sentem mais a vontade para buscar o nosso apoio quando se trata da questão violência. Isso é positivo porque temos a oportunidade de atuar não só na questão de reprimir, mas na questão de combate a violência. Nesse sentido, vamos intensificar nossas ações”, explicou.


De acordo com a Tenente Renata Martins, a ideia é difundir essa conscientização e a imprensa nesse sentido terá um papel fundamental. “Vamos buscar as rádios, TV, jornal, a mídia eletrônica para nos ajudar nesse trabalho de conscientizar homens e mulheres porque entendemos que esta é a melhor forma de combater a violência. Quando existe a consciência, a violência é evitada e se por acaso acontecer as pessoas sabem as consequências dos seus atos”, disse a dirigente.


Além da difusão através das mídias, o objetivo é intensificar o trabalho nas escolas. “Os jovens têm um papel importante como modificadores da realidade. Sabemos que muitos são oriundos de famílias desestruturadas, no entanto não por conta disso que se deva deixar de se trabalhar com eles. Vamos sim, intensificar a nossa ida as escolas, realizar palestras, debates, dirimir dúvidas porque não queremos que os jovens continuem reproduzindo a atual realidade, que é triste, mas com as ações que fazemos podemos ter a esperança de mudar algum dia”, declarou Renata Martins.

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